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sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Divórcio Bíblico



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Crente pode se divorciar? Como a Bíblia trata a questão do casamento, divórcio e novo casamento? Será que um cristão autêntico pode, depois de um divórcio, se casar novamente? A Bíblia permite um novo casamento para quem se separou? 
Esse artigo surge da necessidade de explicar minha posição, e responder de modo definitivo o que creio ser a prescrição bíblica sobre o tema. Obviamente não tratarei de todos argumentos e detalhes propostos pelas partes. E nem vou abordar exatamente aquilo que já foi exposto por outros. Apenas esboçarei a minha posição no assunto, i.e. como eu resolvo essa questão, como respondo essas perguntas; apresentarei a ‘minha’ síntese defendida. No fim citarei uma pequena lista de artigos que ao meu ver tratam do assunto de forma certo e útil, corroborando e ampliando o que defenderei aqui.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Nome Sobre Todo Nome

Adão falhou em cumprir a Lei de Deus, e nos legou a morte; Jesus, o novo Adão, cumpriu toda a vontade de Deus, inclusive até a morte, e morte de Cruz, nisso deu vida aos seus.

Abel por oferecer sacrifício mais agradável a Deus que o seu irmão Cain, foi assassinado por ele; Cristo morto foi o melhor e mais agradável sacrifício feito ao morrer pelos seus irmãos.

Noé aparelhando madeiras construiu a Arca que salvou oito pessoas e alguns animais do grande dilúvio, sentença divina contra o mundo infame; Cristo, pregado no madeiro, sofrendo a justa sentença divina contra infames pecadores, salvou uma multidão que ninguém pode contar e resgatou toda a Criação da ignomínia que, pela Queda, foi levada.

Abraão ofereceu seu filho, tão amado, em sacrifício de obediência a Deus, e pela fé lhe foi imputado justiça; Cristo é o Filho Amado que se ofereceu por sacrifício, em obediência ao Pai, e isso NOS foi imputado por justiça.

Moisés, na morte de um cordeiro, como que substituto dos seus primogênitos, pela fé libertou o povo da escravidão do Egito; trouxe a Lei de Deus para o Povo e construiu o Tabernáculo; conduziu essa nação a Terra Prometida; Cristo, o Filho Unigênito, cordeiro de Deus, morreu em nosso lugar, para que fôssemos livres da escravidão do pecado; implanta, por seu Espírito, a Lei divina em nossos corações, é o Tabernáculo de Deus entre os homens, e nos conduz, como bom pastor, para a Nova Jerusalém.
Davi, o grande rei, tem seu trono estabelecido para sempre, mas morreu em ditosa velhice; Cristo, o Descendente de Davi, Reina agora e Eternamente, amem!

Salomão, o mais sábio dos homens construiu o Templo para Deus; Cristo destruiu e em três dias reconstruiu o Templo, seu Corpo, a Igreja, agora verdadeiro e eterno, onde Deus habita perpetuamente com seu povo.

Daniel e seus três amigos, capturados na Babilônia, em firme propósito de não se contaminar com as iguarias do rei, foram melhores conselheiros e abençoaram os exilados no cativeiro babilônico; Cristo assumindo a forma de servo, se humilhando e sofrendo todas as agruras das tentações humanas, é o Maravilhoso Conselheiro que nos abençoa aqui, já, agora nesse cativeiro.

Esdras e Neemias reconstruíram os muros de Jerusalém e reedificaram a cidade Santa; Cristo é nossa segurança, habitação eterna e em bonança.

João Batista, segundo ele mesmo, não era digno de desatar a sandálias de Cristo, no então segundo o próprio Cristo ele foi o maior dos profetas porque viu a Cristo, o objeto de suas previsões.

Ora se Cristo é o cumprimento perfeito de cada promessa feita no passado, de cada alusão e figura, o fio escarlate que une todas as história da Bíblia, a quem Deus-Pai fez convergir todas as coisas; deixe as coisas que para trás ficam e corra a carreira que lhe está proposta.

Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão, abandonemos todas as fábulas e genealogias sem fins, e nos fixemos firmemente no Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Dia do Cristão

Com a Ressurreição na manhã do primeiro dia da semana, Cristo não só introduziu uma mudança significativa na contagem do tempo, parece certo que o cristão prefere -- como é no mundo ocidental, mesmo que a meia noite e um seja do outro dia, sempre pensamos na madrugada associada ao dia anterior que surge na prática com o nascer do sol* -- manha e tarde, luz e trevas, o contrário do hebreu (e depois judeu) e da utilização bíblica, trevas e luz, tarde e manhã. Nosso Senhor trazer o Dia do Descanso não ao fim do jornada de trabalho, mas ao início da semana, lança óbvia luz sobre a relação com a Lei, verdadeiro prazer, e não um fardo, na vida do cristão, bem como afirma a nossa (do Eleito, o verdadeiro cristão) dependência unicamente de dEle, de Seu Trabalho, Sua Graça. Diferentemente do que se pode imaginar, não trabalhamos seis dias, e fazemos toda as nossas tarefas para então no Sétimo termos o direito de descansar; temos, imputado, nosso Descanso na Obra de Jesus Cristo, e por isso somos chamados a trabalhar.
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*o costume provavelmente venha da veneração solar comum em diversos povos, mas o ponto é que o Cristão passou a marcar o tempo assim e o mundo ocidental, a cristandade, o faz certamente por causa da influência modificadores de Cristo.