Mostrando postagens com marcador Pecado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pecado. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

SEU TRABALHO É INÚTIL?

Salmo 127, verso 2 -  Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.

A Palavra de Deus começa dizendo que Ele criou o homem, Adão, com o propósito de governar o mundo criado. No entanto, ela nos diz também que o SENHOR designou um trabalho para ele: proteger e cultivar o Jardim do Éden. Ou seja, sendo a primeira 'profissão' a de jardineiro, criada pelo próprio Deus, não se deve jamais concluir que o trabalho seja uma maldição.

Entretanto, é certo afirmar que depender do trabalho, especialmente de algum tipo difícil e extenuante, é sim um castigo divino; parte da maldição trazida pelo Pecado Original. Afinal, antes da Queda, o homem podia comer livremente de toda árvore frutífera plantada por Deus, mas depois do Pecado, seria do suor do rosto que ele teria o que comer, e com dificuldade, inclusive vinda da fraqueza da terra, que, além de tudo, produziria conjuntamente as "ervas daninhas".

Mas não é por isso que devemos inferir que é na força do nosso trabalho que estaremos seguros. Afinal, a Bíblia também aponta que, mesmo sendo extremamente diligentes em nossas tarefas, o resultado não é garantido. Muitas vezes, o trabalho correto e bom, até o mais extenuante, é verdadeiramente inútil. De fato, a Palavra afirma que situações, imprevisíveis, corriqueiramente, afetam tudo e todos, e por fim, o que era esperado não vem.

Não que a Palavra de Deus valorize o ócio ou dignifique a malandragem. Deus não valida a irresponsabilidade; não devemos tentar a Deus, quer seja pulando de um pináculo acreditando que Ele não permitirá que nos machuquemos, ou acreditando que os gastos excessivos do cartão serão "magicamente" pagos com orações feitas e versículos citados fora do contexto. Mas a verdade é que as Escrituras Sagradas são prodigiosas em harmonizar duas ideias aparentemente antagônicas: devemos trabalhar como se tudo dependesse de nós, mas ter a certeza de que tudo depende exclusivamente dEle.

Quando no verso 2, o salmista afirma que o trabalho intenso, imparável e desgastante é inútil, a razão desse diagnóstico não está na forma, quantidade ou dificuldade do trabalho, e nem mesmo no propósito ou razão dele. O problema todo gira em torno do valor do resultado. Especialmente, o valor eterno. Na verdade, todo o Salmo 127 está dizendo que o SENHOR é quem valida o trabalho que realizamos. Qualquer que seja.

Em outras palavras, Ele avalia e atribui resultado às nossas ações. Deus é quem certifica com crescimento a boa semente plantada. NOTE, isso não dispensa o semeador de semear, o construtor de edificar, ou o sentinela de vigiar. Ao contrário, a certificação divina é quem estabelece as atividades e o resultar delas.

É importante que se saiba, o SENHOR não está preso a um sistema mecanicista de causa e efeito. Ao estabelecer os fins, Ele determina os meios, como Lhe apraz. Ele levanta um e abate outro. Permite o justo sofrer aqui e farta o ímpio de bens. As coisas, simplesmente, não são como achamos que devem ser. Elas seguem o plano infalível de Deus, que em geral, nos escapa completamente.

Assim, nossa responsabilidade é trabalhar com determinação, não para suprir nossas necessidades básicas, pois desse modo agem os ímpios, mas principalmente por ser uma ordem do Criador, nosso Deus. Sem nos esquecermos, por mais virtuosos que pensemos ser, somos realmente incapazes sequer de nos prover o básico. E por isso, é necessário confiar no Pai Celeste (se é que você O tem) eternamente santo, todo-poderoso que é extremamente amoroso e graciosamente bom, que supre o que precisamos, de acordo com Sua vontade, que para os seus é sempre boa, perfeita e agradável...

...até mesmo quando dormimos.



Sem mais, Graça e Paz.


sábado, 15 de setembro de 2018

PENSE:

Resultado de imagem para voto em transito

Em 7 de outubro, cristão, o seu não-voto, seu voto nulo ou em branco, significará, no mínimo:

"Aceito passivamente que uma nação que já foi oficialmente cristã, e que embora atualmente laica, se torne cada vez mais hostil ao cristianismo" - quebra do 1º mandamento.

"Concordo com a sistemática implementação da retirada, obliteração, re-significação, ou mutilação de tudo que aponta para Deus em nossa sociedade e governo" - quebra do 2º mandamento.

"Permito que a história seja revisada para que tudo de bom seja chamado de mau e tudo de mau seja chamado de bom, em especial aquilo que diretamente e nominado a Deus" - quebra do 3º mandamento.

"Promoverei a continua desobediência a vontade prescrita de Deus, retirando do cenário público todo o freio moral dado por Ele aos nossos pais, quer seja nas mudanças dos códigos civis, penais e processuais, quer seja nas ações dos magistrados que são indicados pelo poder eletivo, que por inação deixarei continuar" - quebra do 4º mandamento.

"Não farei nada contra a casta de bandidos com foro privilegiado, alcunhados de políticos, que se escondem nas casas legislativas ou nos palácios executivos" - quebra do 5º mandamento.

"Não estou nem aí para a autorização do assassinato de milhares de crianças nos úteros de suas mães" - quebra do 6º mandamento.

"Não me importo que seja ensinado para nossos filhos, por força de lei, a fluidez¹ sexual" - quebra do 7º mandamento.

"Não me preocupa a corrupção endêmica, sistêmica e organizada instalada no nosso país" - quebra do 8º mandamento.

"Não vejo problemas a instalação e aprofundamento do movimento marxista cultural em nossa sociedade" - quebra do 9º mandamento.

"Não objeção a politica econômica diabólica do socialismo ou igualitarismo que tanto prejudica os mais pobre e oficializa o roubo aos mais ricos" - quebra do 10º mandamento.

"Sou indiferente a oportunidade dada por Deus a nossa sociedade de ditar certas direções para a Nação, e vou preferir me calar quando a justiça e a verdade clamam por uma manifestação" --- FALTA DE FÉ!

DEUS NÃO TOMARÁ POR INOCENTE OS QUE ASSIM PROCEDEREM!

Não seja impassivo e nem se isente de se manifesta da forma que o magistrado civil, outorgado por Deus, deliberou que você fizesse. Se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para o povo de Deus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevado a cidadão?
-------------------
¹ por fluidez sexual entenda a nova ideia de uma criança não nasce homem ou mulher, que a biologia não é determinante, e que nesse assunto pode tudo, hétero, homo, bi, a, LGBTXYZ, é a completa destruição de princípios criacionais dado ao ser humano em sua semelhança com Deus, uma afronto pavorosa a Ele.

quinta-feira, 15 de março de 2018

TOPA TUDO POR DINHEIRO

Não se engane, uma das principais razões do Esquerdismo apoiar o aborto e a liberação das (chamadas) drogas recreativas é grana! Não tem a ver com direito das mulheres ou liberdade individual... Não precisa ser muito inteligente, basta apenas para para pensar um pouco.

Essas duas questões, são na verdade dois serviços que o Estado Todo-poderoso aqui simplesmente não tem captado nenhum centavo; na verdade aborto e drogas "recreativas" até gastam boa quantidade de recursos estatais --- mesmo que o serviço ou o combate seja de péssima qualidade. Tudo que ser quer e aumentar a base de "contribuição".

O aborto legal movimenta bilhões de dólares no mundo afora, e as mulheres seduzidas por essa prática criminosa, estão realmente dispostas apagar o preço que for para obter tal "produto" --- se pra isso, uma fatia dos atendimentos devam ser de "cunho social", talvez por dispensa de impostos, melhor ainda.

"Drogas recreativas" é outra fábrica de dinheiro. Além de ter, literalmente, clientes cativos, há sempre a possibilidade de novos produtos, os lucros são altíssimo e os efeitos colaterais são inerentes ao consumo. Praticamente toda a pesquisa e desenvolvimento já foi feita séculos atrás e já existe toda uma infraestrutura pronta e em pleno funcionamento, basta agora decidir, é o ISS ou será o ICMS? Quanto de Confins? regulamentar a profissão, aprovar um plano de cargos e salários, autorizar o sindicato e fiscalizar o cumprimento das leis trabalhistas, mas não antes da descriminalização do comércio ilegal, claro, tudo precisa ser moral (i.e. legal).

Não ignoro que o problema com esses dois temas seja mesmo mais complexo. Também não sei dar uma solução definitiva. Muito menos estou defendendo que por causa das intenções funestas dos maior incentivadores a coisa AUTOMATICAMENTE se torne errada --- embora seja um bom indicativo de algo realmente errado, afinal, o Diabo não faz favor e nem dorme no trabalho.

O ponto além que posso comentar é: tanto um quanto o outro, intrinsecamente envolve a legalização (sempre será mais que descriminalizar uma prática, mas literalmente aprovar outra) da destruição do ser humano --- tema que deveria ser estendido para muitos outros contextos. Não há consumo seguro de drogas "recreativas" assim como não há aborto sem risco, afinal alguém sempre termina morto nesse procedimento; com sorte a mãe escapa.

Normalmente JAMAIS posso aprovar a descriminalização --- que já realidade, infelizmente --- desses duas situações (dentre outras muitas, que não vêem ao caso), em especial porque a vida humana, seja ela qual for, tem um valor incomparável, não há direito --- nem mesmo os próprios; nem a liberdade pode ser trazida a baila --- que supere isso.

No fim é uma escolha moral, que me parece inexorável para um cristão: os recursos do Estado (um mal necessário? Que seja, ele já está aí) devem promover a segurança e a justiça, e isso não ocorrerá sem uma plena consciência do valor da vida humana, na prática, das maiores as menores coisas.

NÃO AS DROGAS, NÃO AO ABORTO!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Divórcio Bíblico



Imagem relacionada



Crente pode se divorciar? Como a Bíblia trata a questão do casamento, divórcio e novo casamento? Será que um cristão autêntico pode, depois de um divórcio, se casar novamente? A Bíblia permite um novo casamento para quem se separou? 
Esse artigo surge da necessidade de explicar minha posição, e responder de modo definitivo o que creio ser a prescrição bíblica sobre o tema. Obviamente não tratarei de todos argumentos e detalhes propostos pelas partes. E nem vou abordar exatamente aquilo que já foi exposto por outros. Apenas esboçarei a minha posição no assunto, i.e. como eu resolvo essa questão, como respondo essas perguntas; apresentarei a ‘minha’ síntese defendida. No fim citarei uma pequena lista de artigos que ao meu ver tratam do assunto de forma certo e útil, corroborando e ampliando o que defenderei aqui.

sábado, 23 de julho de 2016

O Ofício Feminino


Este artigo foi baseado no estudo apresentado na Congregação Presbiteriana do Jardim Eldorado em Porto Velho - RO em 22 de julho de 2016.


--------

Numa rápida pesquisa verifica-se que desde meados do séc. XX, mesmo que poucas, começou-se a ordenar mulheres ao sagrado ministério; já em 1948 a Igreja da Dinamarca, de teologia luterana, teve a sua primeira mulher-padre. A Igreja da Suécia (também luterana) que ordena mulheres desde 1958, tem desde 2013 uma arcebispa (Antje Jackelén). Especialmente depois da revolução sexual americana dos anos 1960, há pressões crescentes para que elas exerçam TODAS as atividades tradicionalmente masculinas. A igreja obviamente não está imune a isso, tanto que muitas mulheres estão sendo ordenadas em ofícios eclesiásticos. Embora igrejas de matriz Romana (e similares) ou as protestantes mais conservadoras, ainda não ordenem mulheres, no Brasil, grupos históricos de pentecostais, batistas e metodistas, já tem em seus quadros pastorais, mulheres ministras e dentro do movimento neo-pentecostal já há muitas pastoras, bispas e até apóstolas, algumas inclusive famosas.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Vinho ou Suco de Uva?

Embora haja certa razão em dizer "suco das uvas", vinho que ainda não fermentou, vinho não pronto, para justificar uso no sacramento (Santa Ceia), ou ainda de alegar que Jesus em Mateus 26;29, nada mais tenha expressado sobre o cálice, além de que era bebida fruto da videira. O termo usado nas inúmeras passagens bíblicas é melhor traduzido por vinho, e vinho é alcoólico (tanto que há vinho desalcoolizado) – seria bem estranho Noé ficar bêbedo com o suco de uva ou Paulo recomendar para não se embriagar com um refresco.

Mas aludir ao "vinho novo" para sustentar a proposta, é não compreender as ideias das parábolas: "outro vinho, outro odre", isso é, não o mesmo sistema ou holocaustos; é outro sacerdócio – Jesus aponta que seu ministério é novo, diferente, exclusivo, completo e efetivo, que não precisa ser renovado anualmente. Fora isso, é também ignorar que o sacrifício de Cristo foi na plenitude dos tempos, e não antecipadamente ou imprevisto.

Também acenar para a mistura ou diluição com água como uma possível solução da época, no interesse de diminuir os efeitos ébrios, além de ser um acinte a antiguíssima cultura do vinho, nada muda a presença do álcool na bebida, tornando tal solução inútil e mais, acaba por permitir certa insinceridade no símbolo em desconformidade com o que representa. Afinal das ilustrações que circundam o martírio de Jesus, deve-se afirmar a perfeição do mesmo (parece ser isso que o autor de Hebreus 12 sugere), Apocalipse 14;10 fala de um cálice preparado sem mistura, a ira de Deus, que será, no fim, derramado sobre os Seus inimigos, cálice que claramente Jesus tomou em nosso lugar e para o nosso favor (Isaías 53).

De igual modo, propor que o caso deva ser decidido em prol dos irmãos que lutam contra o alcoólismo é legislar sob flácidas bases humanistas. Será que existe essa doença, mesmo? Não seria apenas um engodo psicoantrologico pós-moderno? Talvez só medo ou fragilidade na fé? Puro legalismo, quem sabe? Daí não estariam mantendo a prisão ao não permitir que irmãos exerçam sua liberdade? Ora a verdade liberta! Além, é claro, de ignorar que domínio-próprio é fruto do Espírito.

Por fim dizer: é melhor, evita ser pego numa blitz da "lei seca"! É antes deixar o mundo reger a devoção cristã (que deve ser somente direcionada pela Palavra), e então um erro desnecessário: provavelmente, a quantidade de álcool nos minúsculos cálices, geralmente usados nas igrejas, é desprezível para registro da alcoolemia mínima legal, e possivelmente, os minutos de bate-papo no fim do culto, já seriam mais que suficientes para metabolizar todo ele. E mais, o nosso direito ao culto sem constrangimento – ao meu ver – é defesa suficiente para resolver um eventual processo penal.

Eu realmente creio que devíamos servir vinho (suco fermentado de uvas) na Ceia do Senhor, não vejo nenhuma razão bíblica para não proceder assim. Até o leve amargor de um cálice de vinho seco¹ serve de instrução. Louvo a Deus porque conheço algumas igrejas (ministros, oficiais e membros) fiéis e maduras que naturalmente compreenderam isso, e simplesmente começaram a servir vinho, indo na contramão de um evangelicalismo medíocre e legalista, tão comum e arraigado em nosso país.

Mesmo assim – já lembrando o fato que eu não sou abstêmio² – não faria voz favorável a tal debate, que dirá à minha posição. Que sentido há em arrumar confusão logo com o cálice da comunhão? Seria o teor alcoólico um símbolo tão evidente na celebração que seja imperativo, como é o suco do fruto da videira afirmado diretamente por Cristo? Ou ainda o esmagar das uvas em sua ligação inconteste com o sofrimento vicário do Salvador? Ou mesmo a coloração que lembra o Sangue? Devemos mesmo levantar essa discussão, agora, quando em nossas comunidades eclesiástica, alguns mal sabem achar um livro específico na Bíblia?
--------------------

¹ Para alguns o ‘vinho de verdade’, em contraposição ao ‘vinho suave de mesa’ que adicionam depois da fermentação açúcares para torná-lo mais doce e de simples deglutição.

² O que poderia ser até utilizado por mim para justificar meu consumo particular da bebida.

sábado, 23 de agosto de 2014

O Evangelho Amigo

A Bíblia, a Palavra de Deus, fala que alguns foram considerados amigos de Deus. Um desses é o tão conhecido Abraão. Na carta do Pastor Tiago, lemos no capítulo 2; 23: “Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus”. Para esse pastor – um dos principais líderes da igreja primitiva, a igreja cristã formada pelos apóstolos de Jesus, a partir da comunidade de discípulos que andaram com Cristo – contado como uma das colunas da igreja juntamente com os 12 apóstolos, pensava que foi a fé de Abraão que fez toda a diferença, lhe imputando justiça e lhe conferindo o incrível título de amigo de Deus.

Talvez você pense que todos sejam amigos de Deus, ou que Deus seja amigo de todo mundo, afinal, Ele é bom, certo?! É verdade, Deus é bom, e por isso mesmo é que Ele não é amigo, naturalmente, do homem. Seres humanos são naturalmente maus, e inimigos de Deus pois Ele é santo e o homem, naturalmente, um pecador. A Bíblia diz que todos, sem exceção, naturalmente estão indispostos para Deus, que não há justo, nem um sequer, que não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.

Pode parecer um diagnóstico duro e cruel, mas lembre-se que nossos pecados fazem separação entre nós e Deus, que Ele é tão Santo que não pode contemplar, permitir a presença, do pecado. E que se dissermos que não temos pecado, coisas que nos afastam de Deus, fazemos de Deus um mentiroso. É um fato, somos mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. A verdade é que temos um grande problema: Deus está irado com cada um dos homens! Por quanto o que se pode conhecer de Deus é claramente revelado, a todo o instante, na Criação, mas nós por causa da nossa injustiça escondemos a verdade de Deus. E preferimos nos dedicar a nossas próprias causas e ignorarmos quem Deus é.

Mas, pelo que lemos, sabemos de um homem amigo de Deus – dentre outros – e também que isso foi pela fé dele. Mas que fé era essa? Que crença de Abraão foi capaz de fazer a paz entre ele e Deus?

Todo o capítulo 2 de Tiago, mostra-nos um pouco do que, em certo sentido, Abraão fez. É isso mesmo, a fé de Abraão o fez agir de determinado modo, modo esse prescrito pelo próprio Deus. É isso que a Bíblia diz no verso 17, a fé sem obra é morta! Mas antes de você se animar e achar que falamos de boas obras, assistência social, ou outra coisa feita “de coração” para o próximo. O exemplo dado pelo próprio autor da carta é bem interessante e severo.

No verso 21 diz: Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Percebeu, Abraão amou mais a Deus que ao seu próprio filho! Ele estava disposto a matar seu filho, seu único filho, em obediência à Vontade Divina.

Jesus disse, em outras palavras, que é assim mesmo. Quando perguntado qual era o maior mandamento de Deus aos homens, aquilo que Ele exigia acima de qualquer outra coisa. Sua resposta foi direta, como conta-nos Mateus, um dos 12 discípulos de Jesus, no seu livro sobre o evangelho, cap. 12, verso 30: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força”.

Se você amar a Deus de todo o seu coração, alma e entendimento, nenhum pedido dEle será ignorado por você, inclusive aquele para que nós abstenhamos dos prazeres carnais pecaminosos. Ou do agendamento semanalmente um encontro formal para prestarmos culto exclusivo a Ele, sem para isso utilizar representações visuais, ou mesmo que cuidemos da honra de seu santo nome.

Por tudo isso peço, insistentemente, a cada um, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Foi para nos dar a capacidade de amarmos a Deus desse modo, contra nosso próprio egoísmo, que Jesus, o próprio Deus, se encarnou, e habitou entre nós, dando sua vida como oferta pelo nossos pecados, fazendo assim a paz entre nós e nosso Deus. Isso é o Evangelho!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Teologia do Evangelho Íntegro – A Mensagem que dEle temos ouvido

Simples assim:  Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta (Tiago 2:26). Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor (Efésios 5:15). E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional (Rom 12:2a,1). Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos. Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças. Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.(Efésios 5:3 a 5, 1, 2). Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8:2, 4). Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. (Gálatas 5:1, 19 a 21) Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz (Romanos 8:6) para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12, 2b). {É assim que} se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus, vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, (Tiago 2;23, 22). Portanto, santificai-vos e sede santos, pois {Santo é} o SENHOR, vosso Deus (Levíticos 20:7). Destes dois mandamentos, {fé e obras}*, dependem toda a Lei e os Profetas (Mateus 22:40).
--------------------------
*Os dois mandamentos citados por Jesus são: o Amor superior e incondicional a Deus e o amor ao próximo como a si mesmo, exemplos perfeitos desse dupla inseparável, Fé e Obras (sugiro a leitura de 1 João 3; 16 a 18).
Obs.: Os textos foram citados concatenando ideias que estão presente no contexto de cada citação. Vale – e em nada mudará a afirmação do post – a leitura completa dessas referências dentro do contexto onde originalmente estão.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O terrível juízo de Deus!

A passagem do Evangelho segundo João, cap 8;3 a 11, não mostra Jesus dizendo à mulher que ela não pecou, nem mesmo que os acusadores dela eram cruéis e pecadores, por quanto a acusavam de adultério. Cristo também não perdoou aquela mulher porque havia (eventualmente) falhas no processo de acusação, ou tão pouco por falta de provas. 

Também não é correto imaginar que a não condenação foi causada por ser Cristo sabedor do tamanho da pecaminosa humana e ao considerar o insignificante (ou quem sabe apenas comum) pecado (de adultério), concluí não ser justo punir a adúltera visto que a triste condição da humanida não podia (mesmo que apenas no momento) ser resolvida. Ou mesmo porque ele achava que a sentença era dura de mais. 

Cristo não inocentou a mulher e nem deu desculpas para seu pecado, não contemporizou ou contextualizou o caso. Não falou da carga emocional que essa mulher sofria; nem recorreu a uma sociedade dominadora e machista para lhe tirar a culpa. Não questionou a criação errada e a má educação dada por seus pais (líderes religiosos e escolas confessionais), nem mesmo à falta disso foi levantada! 

Cristo não buscou refúgio em nenhum dos artifícios que conhecemos: não disse que o problema dela era sociológico – ou quem sabe, psicológico – não lhe ofereceu conforto na negação de sua atitude repugnante, não minimizou sua má conduta pelas falhas do caráter do marido ou apenas culpou sua instabilidade emocional, e nem concluiu que a pobre mulher fora enganada por um amante espertalhão. 

Ele não deu um jeitinho para não parecer tão mal! Ele não se isentou da pecha de juiz e nem fugiu de dar uma opinião ou veredicto! E embora soubesse claramente da maligna intenção daquele grupo, não usou deste expediente para liberar a acusada. 

As palavras dele foram claras: “nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais”. Numa leitura mesmo que simples, se perceberá que o padrão de santidade exigido {por Deus} não mudou! Cristo declara aquela mulher como pecadora, e mais, pecadora da acusação levantada – ela era uma adúltera, ele sabia disso! Mas Cristo simplesmente não a condena. Não aplicar a pena que lhe era devida, pena justa – crime previsto e sentença acertada e conhecida. Não foi uma mudança de paradigma, nem mesmo um novo mandamento. Ele não burlou a Lei mosaica e nem se apoiu numa brecha legalista. 

Maravilhosamente, Cristo, teatraliza o perdão proposto pelo Pai ao enviar seu Filho à morte e morte de cruz. Em escala menor Cristo demonstra a clareza do seu oficio e a grandeza de seu trabalho. Cristo amavelmente lança sobre si a culpa dessa mulher, culpa essa real! Ele toma para si a maldição da morte e a justa exigência da Lei. Ele resolve livremente conceder, antecipadamente, preciosas gotas de seu sangue redentor, a essa adúltera. Num bendito escopo reduzido, mas não menos verdadeiro, do que ele fez por mim naquela Cruz! Cristo encenou ali de forma bem menos violenta o que estava disposta a fazer, por qualquer pecador que fosse (ou que for) levado à sua presença sem disfarce ou mascara que escondesse sua condição. 

Enfim, Cristo não é seduzido por nosso moralismo e nem constrangido pela nossa parca noção de justiça. Nem mesmo é subjugado por alguma façanha humana, e nem ele é oprimido pelos nossos pressupostos ou controlado pela nossa lógica. Cristo o Senhor, demonstrou nessa passagem misericórdia não por ela simplesmente, mas por nós. Ali, num profético ato, Ele nos declarou livres da morte e nos advertiu contra o pecado. 

Sejamos nós arautos dessa história! Não ofereçamos alivio ao pecador na diminuição da santidade exigida, nem falemos da isenção da culpa, pelo mimetismo sócio-político, ou da negação do pecado pelo fortalecimento psicológico, nem mesmo ignoremos o confronto do Cristo e sua Lei à nossa sociedade pecaminosa e diabolicamente doente, que em nome de um amor (ultrajante) a tudo permite. Anunciemos a cura e libertação o perdão proposto em Cristo Jesus, pois como nos foi dito: ele foi desprezado e rejeitado por todos nós, mas certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados

Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniqüidade de todos nós. Ele foi oprimido e afligido, contudo não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca. Com julgamento opressivo ele foi levado, pois ele foi eliminado da terra dos viventes por causa da nossa transgressão. Contudo foi da vontade do Senhor esmagá-lo e fazê-lo sofrer, e, embora o Senhor faça da vida dele uma oferta pela nossa culpa, ele verá sua prole e prolongará seus dias, e a vontade do Senhor prosperará em sua mão, porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (Is 53 e Jo 3;16 - NVI adaptada)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

STF: A batalha que não perdemos

O simples fato do STF julgar um litígio de temática homossexual demonstra o fracasso da Igreja em ser voz ativa na sociedade. Não perdemos uma batalha semana passada, apenas colhemos os frutos da nossa ineficiência. Nós perdemos quando abrimos mão da exclusividade da Bíblia nas pregações; perdemos quando optamos por mais tempo para as músicas no culto do que para o sermão; perdemos quando colocamos o púlpito de lado e preferimos ouvia as palavras lamuriosas dos “levitas” modernos; quando o voz bonita e a melodia bem tocada sobrepujaram o compromisso espiritual; quando manter a forma se tornou mais importante do que mantermo-nos na Verdade; perdemos quando a Teologia passou a ser menos importante que a rima e a poesia.

Perdemos essa batalha quando dos pastores só foi exigido um terno e uma gravata. Quando nos foi permitido dar uma opinião; quando fomos considerados “gente boa” ; quando de mãos dadas celebramos a igualdade na diversidade; quando as atitudes erradas, corrupções e mentiras foram encobertas para a preservação do bom nome de Deus (ou apenas da Instituição Sagrada).

Nós perdemos essa batalha, quando nossos filhos não foram corrigidos por serem filhos dos lideres das igrejas; quando a disciplina foi substituída pelo perdão cego; quando o dinheiro comprou nossa tolerância e o dízimo abençoou mais que obediência; quando escolhemos nossos lideres pelo números de diplomas, pelo carro em que andam, pelas roupas que vestem ou pelo cargo que ocupam.

Enfim perdemos essa batalha há muito tempo, provavelmente há tanto tempo que nem eu nem você ainda tínhamos nascido, mas isso não nos isenta. Tivemos a vida inteira para mudar esse quadro, mas preferimos deixar a coisa toda como estava: estavamos crescendo, nos tornando importante – temos prefeitos, deputados, senadores... já somos 10% da população brasileira! – é, na verdade somos tão culpados como os de outrora, afinal ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais.

sábado, 28 de agosto de 2010

7 Pecados Capitais? – O Pecado Original

                          por Nádia Braga 
  
          A intenção desse texto – primeiro de muitos* – é fazer um relato, uma exposição, uma descrição do que sejam esses pecados capitais, e assim partindo de alguns princípios cristãos estabelecidos nas Escrituras, a Palavra de Deus, indo além desses 7 pecados, pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus (Rm 2; 23). A idéia central dessa discussão é enfocar o que Deus diz a respeito do Pecado e do pecador demonstrando que embora não tenha levado em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam (At 17;30), afinal o salário do pecado é a morte mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm 6; 23).


E então, já ouviu falar em Pecados Capitais? 
E quais as conseqüências para quem os comete? 

          Reconhecidamente são 7. A Igreja Romana classificou e seleccionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão – pecados sem maior importância – e os pecados capitais, merecedores de condenação e que só pode ser perdoado por um sacerdote no sacramento da confissão. Esse Pecados Capitais – os mais importantes – na visão romana opõem-se às virtudes apreciáveis, e segundo o Papa Gregório I (sec.VI), esses pecados ofendem diretamente ao Amor. Segundo a lista atualmente em vigor, feita principalmente por Tomás de Aquino (sec.XI), os Pecados Capitais são: Vaidade; Inveja; Ira; Preguiça; Avareza; Gula, e; Luxúria. 

          Mas à luz das Escrituras Sagradas, existe algum pecado mortal ou capital? O que a Palavra de Deus define como sendo Pecado e quais os seus aspectos mais importantes e relevantes?

          Em Provérbios 6; 16 a 19, conseguimos enxergar muita semelhança com esses Pecados Capitais.: “Há seis coisas que o SENHOR odeia, sete coisas que ele detesta: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos.”

          Mas a Bíblia não lista claramente cada um desses pecados, mas sabemos que todos estão relacionados com a natureza corrompida e impura do ser humano. Na verdade, não podemos falar de pecados – sejam 7, 8, 9 – sem falarmos do Pecado. Este, o Original, causador da separação da criatura em relação ao seu Criador e conseqüente morte espiritual.

          Pela soberba, o homem pecou ao querer ser igual a Deus. Desobedecendo ao que Ele havia ordenado: da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

          Não foi só por causa do ato de comer o fruto proibido – como se o fruto em si carregasse a semente do mal – mas por ter desobedecido; por ter sido infiel; por não ter confiado na Soberania do Deus Todo-Poderoso, que homem, corrompido pela desconfiança, deixou que a concupsciência da carne, a concupsciência dos olhos e a soberba da vida ‘falassem mais alto’ que a clara voz de Deus e quis ser igual a Deus – e até pior, ser Deus!

          Infelizmente, hoje, esse ‘Pecado de Adão’ transcendeu todas as gerações e chegou até nós e nos matou, do mesmo modo atingirá todas as gerações que virão depois de nós – as matando também – pois, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm. 5;12).

          Mesmo assim as pessoas não falam mais sobre pecado. Os cristãos não querem mais ouvir dos púlpitos, assuntos tão ‘pesados’ como esses. As igrejas não tratam mais com tanta preocupação e respeito – o nome até já mudou de pecado para ‘deslizes’ ou ‘falhas’. É preciso levar a sério a centralidade da Palavra de Deus, que é sempre presente e atual, pois ela (a Bíblia) trata pecado como PECADO e traz descritas as conseqüências desse ato que está arraigado na humanidade desde o início dos tempos.

          O Pecado é algo que domina o interior do homem, conseqüentemente corrompendo-o moral e espiritualmente. Afinal o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração (interior do homem) procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias (Mt 15;18,19). O Pecado tornou o ser humano imoral, desonesto, infiel e falso. Não há ninguém absolutamente verdadeiro, honesto e fiel. Todos somos – uns mais outros menos – hipócritas: aparentamos o que internamente não somos. Isto porque todos estamos sob o peso do Pecado e, em conseqüência, colocamos Deus em segundo lugar nas nossas opções, atividades e lazeres.

          O Pecado corrompeu o homem, comprometendo seriamente o seu destino espiritual: Porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificou como Deus, nem lhe deu graças, antes todos os homens se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, e o coração insensato ficou obscurecido. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis (Rm 1;21 a 23). Por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. (Rm 1; 28 a 31).

De fato o Pecado, o Original, é Capital!

*  Nádia Braga, minha irmã, é uma das pessoas que me ajudam nesse blog de forma oficial, esse é seu primeiro post, logo virão outros.